Blogaholic #4: Faça parcerias

Blogaholic 4

Sempre fiz parcerias. Mesmo quando não sabia exatamente como me engajar com os parceiros de uma maneira diferente, sempre troquei banners, links, postagens, etc.

Parcerias ajudam o seu blog a crescer. É importante saber selecionar exatamente que sites podem te trazer mais visitas e quais estão relacionados com a temática do seu blog. Nessa parte, é importante desenvolver a sua capacidade de prospecção.

Aqui no GATILHO, por exemplo, eu costumo utilizar principalmente o Instagram para a divulgação do meu blog. Então, é plausível que a maioria dos meus parceiros seja composta de perfis dedicados à literatura ou cultura pop em geral. O público é semelhante. Já os blogs parceiros, além de tratar de literatura e cultura pop, contém materiais de autores independentes ou notícias.

Procure sempre citar os seus parceiros em suas postagens em redes sociais, além de participar ativamente de suas postagens (seja com uma simples curtida ou um comentário; isso é essencial para manter uma boa relação e fugir da simples troca de banners que não gera resultados para nenhum dos dois).

Se você quiser investir, que tal fazer uma promoção conjunta com seus parceiros? Já vi exemplos de blogs literários que se juntam para divulgar promoções que dão excelentes resultados em questão de engajamentos.

É possível também criar parcerias com autores, mas nesse ponto um aviso é importante: não se encha de obrigações que não poderá cumprir. De que adianta fazer parcerias com trezentos autores se você, por algum motivo, prefere seguir as próprias leituras sem obrigação com outras pessoas?

Se algo de errado acontecer, comunicação é o ponto chave. Converse com seus parceiros e explique o problema. É possível resolver as coisas de maneira mais simples se houver diálogo entre as partes envolvidas.

Seja sincero com você mesmo e com seu ritmo de postagens. Evite criar falsas ilusões.


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Resenha: “No Sufoco” de Chuck Palahniuk

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Título: No Sufoco
Autor: Chuck Palahniuk
Editora: Leya
Ano: 2015

Só Deus sabe há quanto tempo que eu queria fazer essa resenha. Passei literalmente anos paquerando esse livro e acho que não poderia ter lido em época melhor.

Ler Chuck Palahniuk sempre é uma experiência muito positiva. Além de poder aproveitar uma bela narrativa, suas obras sempre têm muito conteúdo informativo sobre as bizarrices do mundo. Torna tudo ainda mais legal.

Sem ter acesso ao verdadeiro caos, nunca teremos paz de verdade. A não ser que tudo fique pior, nada vai ficar melhor.

Meus destaques:

  • Como eu disse anteriormente, os livros de Palahniuk sempre contém muita informação sobre as mais aleatórias (e estranhas) particularidades. É como ler um “Guia dos Curiosos infernal”. E isso é estranhamente bom.
  • Algo que Palahniuk sempre se empenha é na construção dos personagens. Nenhum deles é exatamente o que você pensa. Todos têm camadas e camadas de personalidade que são descobertas durante a leitura. O protagonista, Victor Mancini, é um poço de inseguranças e problemas psicológicos. Bem interessante de acompanhar.
  • Não é um livro fácil. Loucura e sanidade mental são temas recorrentes. É importante que sua mente esteja aberta para a imersão que o autor propõe.
  • O livro tem tramas paralelas bem desenvolvidas (como o amigo do Victor, Denny, que carrega pedras incessantemente para lidar com seu vício em sexo). Isso demonstra o trabalho que Chuck teve em lapidar o livro da forma mais completa possível, na minha opinião.
  • Meu “No Sufoco” está repleto de post-its, o que significa que tem inúmeras passagens intrigantes.

Vale a pena comprar? Definitivamente, sim! “No Sufoco” é um daqueles livros que te fazem viajar numa imersão completa. É uma história maluca, violenta, pesada e incrível. Do jeito que toda obra do Chuck Palahniuk tem que ser.


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Wishlist: Desejados da Semana

#1 – “Jantar Secreto” de Raphael Montes (Companhia das Letras)

418dhpw3axl-_sx331_bo1204203200_“Um grupo de jovens deixa uma pequena cidade no Paraná para viver no Rio de Janeiro. Eles alugam um apartamento em Copacabana e fazem o possível para pagar a faculdade e manter vivos seus sonhos de sucesso na capital fluminense. Mas o dinheiro está curto e o aluguel está vencido. Para sair do buraco e manter o apartamento, os amigos adotam uma estratégia heterodoxa: arrecadar fundos por meio de jantares secretos, divulgados pela internet para uma clientela exclusiva da elite carioca. No cardápio: carne humana. A partir daí, eles se envolvem numa espiral de crimes, descobrem uma rede de contrabando de corpos, matadouros clandestinos, grã-finos excêntricos e levam ao limite uma índole perversa que jamais imaginaram existir em cada um deles.”

Tive uma excelente experiência de leitura com a obra “O Vilarejo” e tenho certeza que eu iria adorar essa história louca desenvolvida pelo Raphael Montes. Espero poder resenhá-lo em breve.

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#2– “Mestre das Chamas” de Joe Hill (Arqueiro)

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Uma pandemia global de combustão espontânea, que ninguém sabe exatamente como começou, está se espalhando como rastilho de pólvora, e nenhuma pessoa está a salvo. Todos os infectados apresentam marcas pretas e douradas na pele e a qualquer momento podem irromper em chamas. Nos Estados Unidos, uma cidade após outra cai em desgraça. O país está praticamente em ruínas, as autoridades parecem tão atônitas e confusas quanto a população e nada é capaz de controlar o surto. O caos leva ao surgimento dos impiedosos esquadrões de cremação, patrulhas autodesignadas que saem às ruas e florestas para exterminar qualquer um que acreditem ser portador do vírus. Do aclamado autor de A estrada da noite , este livro é um retrato indelével de um mundo em colapso, uma análise sobre o efeito imprevisível do medo e as escolhas desesperadas que somos capazes de fazer para sobreviver.

Durante algum tempo da minha vida estive viciado em Joe Hill (li “O Pacto” e “Estrada da Noite” e lembro que adorei as leituras). O tempo passou e esqueci de pesquisar sobre suas obras novas. Recentemente recebi uma indicação de leitura de “Mestre das Chamas” e, pelo que ouvi, acredito que seja uma leitura bem interessante.

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#3 – “A Sutil Arte de Ligar o Foda-se” de Mark Manson (Intrínseca)

41r4gazgobl-_sx326_bo1204203200_Chega de se torturar para pensar positivo enquanto sua vida vai ladeira abaixo. Chega de se sentir inferior por não ver o lado bom de estar no fundo do poço. A grande verdade é que às vezes nos sentimos quase sufocados diante da pressão infinita por parecermos otimistas o tempo todo. Ninguém pode fracassar simplesmente, sem aprender nada com isso. E é aí que entra a revolucionária e sutil arte de ligar o foda-se. Mark Manson usa toda a sua sagacidade de escritor e seu olhar crítico para propor um novo caminho rumo a uma vida melhor, mais coerente com a realidade e consciente dos nossos limites. Como um verdadeiro amigo, Mark se senta ao seu lado e diz, olhando nos seus olhos: você não é tão especial. Ele conta umas piadas aqui, dá uns exemplos inusitados ali, joga umas verdades na sua cara e pronto, você já se sente muito mais alerta e capaz de enfrentar esse mundo cão. Uma abordagem franca e inteligente que vai ajudar você a descobrir o que é realmente importante na sua vida, e f*da-se o resto.

Não li muitos livros de auto-ajuda na minha vida, mas esse me chamou a atenção pela sua bela capa e título. Imagino que deva ser um livro engraçado e útil, na medida do possível.

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Blogaholic #3: Frequência e “armadura”

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Devo ser sincero: nunca fui uma daquelas pessoas com muita disciplina com os meus hobbies e isso inclui, claro, meus blogs. Olhando para trás, acho que esse foi o principal problema que me fez abandoná-los. Sempre fiz as coisas no meu tempo, nunca levei a leitura, por exemplo, como uma obrigação. Há semanas em que não leio nada e semanas em que leio três ou quatro livros (e resenho todos de uma vez). A produtividade nunca foi uma constante, para falar a verdade.

Entretanto, desde julho de 2017 decidi ser organizado. E sabia, desde o momento dessa decisão, que seria um desafio.

Observei qual o dia que o blog recebia mais visitas (quintas-feiras) e qual o horário que essas visitas aconteciam (por volta das 19h). Optei por escrever resenhas semanalmente e postá-las nas quintas, ás 18h — para que, quando entrassem no GATILHO, um novo post já estivesse no ar.

A partir daí, religiosamente, produzi resenhas e li compulsivamente, apesar de todos os entraves que aparecessem. Para você ter uma ideia, o segundo semestre de 2017 foi quando precisei desenvolver o meu TCC. Entre uma correria e outra, li um conto e resenhei para não deixar o blog sem a frequência que havia planejado.

Isso foi definitivo para o crescimento do blog até agora. Todos os meses desde então consegui bater a meta de visitas (que não é nem um décimo de blogs mais populares, mas todo mundo tem que começar em algum lugar, certo?). Fiz o possível para tornar claro que sempre haveria coisa nova.

2017-12-31

Não importa se você só puder postar uma vez por semana, como eu. O importante é que você se planeje e tente criar uma “armadura”.

O que é uma armadura?

Armadura é como eu chamo a fila de posts que deixo programados para as semanas que virão. Isso permite que eu possa me concentrar em outras coisas e que eu possa fazer as minhas leituras com calma.

Considero extremamente cansativo ter que escrever às pressas para postar em cima da hora e isso sempre me desanima. E provavelmente vai te desanimar também.

Escreva posts antecipadamente antes de colocá-los no ar, assim você evita que seus leitores (e você, claro) fiquem frustrados com semanas “mortas”. Sei que nem sempre é possível fazer isso, mas vale a tentativa.

Durante as semanas em que você estiver mais livre, foque em outras coisas como divulgação ou aperfeiçoamento do layout. Aproveite o tempo extra para fazer ainda mais planejamentos de como tornar seu blog ainda mais completo. Foi assim que decidi criar “séries” como o Blogaholic para o GATILHO.

Esteja sempre lá e as pessoas lembrarão de você.


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Resenha: “O Adulto” de Gillian Flynn

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Título: O Adulto
Autor: Gillian Flynn
Editora: Intrínseca
Ano: 2015

Gillian Flynn se tornou uma de minhas autoras preferidas. Devo dizer que continuarei lendo toda a bibliografia dela e resenhando cada um aqui no blog. Enquanto me livro da ressaca literária deixada por “Objetos Cortantes” e continuo a ler “Lugares Escuros”, decidi dar uma chance para o (pequeno) “O Adulto”.

Antes de tudo é necessário saber que, como diz na folha de rosto do próprio livro, “esta obra foi lançada originalmente em 2014 sob o título “What do you do?” como parte da antologia Rogues, editada por George R. R. Martin e Gardner Dozois”. E isso é relevante pois deixou claro que é um conto, o que eu não sabia de antemão.

Em pouco menos de uma hora finalizei a leitura deste livro, querendo, a cada minuto, que ele durasse mais.

Não sei dizer a cor dos olhos da minha mãe, mas sei que a mancha no tapete felpudo era marrom-escura como sopa, que as manchas no teto eram de um laranja queimado e as na parede, de um vibrante amarelo-mijo de ressaca.

Meus destaques:

  • Navega entre diversos gêneros literários: realismo, mistério, suspense, sobrenatural, road movies… É um caldeirão de conteúdo.
  • É como se o estilo de Chuck Palahniuk (vide: Assombro, 2016) se misturasse à excelente narrativa de J. K. Rowling (vide: Morte Súbita, 2012) e formasse “O Adulto”.
  • Curioso como Gillian desenvolve personagens jovens com tanta profundidade e força. Foge do clichê de adolescente idiota facilmente manipulável que a maioria dos livros ainda insiste em passar.
  • Me lembrou a “aura” do filme “Hard Candy” (2005). Se você assistiu, provavelmente sabe do que eu tô falando. Reviravoltas, muitas reviravoltas.
  • A protagonista conta a sua história de uma maneira intrigante, tornando possível que o leitor entenda a razão pela qual ela faz as coisas que faz.

Vale a pena comprar? Sim! Definitivamente sim! Mais que uma leitura de meio (por ser curta), é uma obra bastante criativa e merece atenção de quem gosta do gênero.


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Wishlist: Desejados da Semana

#1 – “Queer” de William Burroughs (Companhia das Letras)

41txll1c5-l-_sx330_bo1204203200_ “Embora tenha sido escrito em 1952, Queer só veio a público mais de três décadas depois por conta de sua explícita temática homossexual. Ambientado na Cidade do México do início dos anos 1950, o romance acompanha William Lee — alter ego de William Burroughs e protagonista dos livros Junky e Almoço nu — durante uma crise de abstinência de drogas, que ele tenta superar com álcool e com uma paixão obsessiva pelo ambíguo e indiferente Eugene Allerton. Juntos, os dois partem para a América Latina em busca da ayahuasca, a nova droga do momento. A atmosfera frenética e o ritmo alucinado marcam a narrativa e os monólogos do protagonista, antecipando o estilo visceral que estaria presente em toda a produção literária de Burroughs. Este volume ainda conta com a introdução do autor à primeira edição do livro, de 1985.”

Um clássico literário em uma das capas mais bonitas que já vi. Foi a partir do lançamento desse livro que pesquisei sobre o autor e a história do livro e fiquei com muita vontade de ler. Vejam só esta sinopse, não tem como ser um livro entediante.

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#2 – “Do Osso ao Pó” de Júlio Menezes (Draco)

9788582431955À beira do precipício e sob os efeitos colaterais de uma vida regada a excessos, o anti-herói desta fábula perversa vai se encontrar com seus fantasmas, sem esperanças de chegar a um bom destino.

Júlio Menezes compõe em “Do osso ao pó” um relato da cena underground de uma grande cidade, na melhor tradição de autores como Charles Bukowski e Pedro Juan Gutierrez. O leitor entra de cabeça no clima paranoico de suspense, crime, sexo e violência, sem chance de retorno

A sinopse deste livro me fez lembrar, em alguns aspectos, o excelente livro “Encruzilhada” de Lúcio Manfredi. Tenho certeza que deve ser uma leitura no mínimo interessante.

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#3 – “Sapiens” de Yuval Noah Harari (L&PM)

51fuvxo6wvl-_sx346_bo1204203200_Um relato eletrizante sobre a aventura de nossa extraordinária espécie – de primatas insignificantes a senhores do mundo. O que possibilitou ao Homo sapiens subjugar as demais espécies? O que nos torna capazes das mais belas obras de arte, dos avanços científicos mais impensáveis e das mais horripilantes guerras? Yuval Noah Harari aborda de forma brilhante estas e muitas outras questões da nossa evolução. Ele repassa a história da humanidade, relacionando com questões do presente. E consegue isso de maneira surpreendente.

Em Sapiens, Harari nos oferece não apenas conhecimento evolutivo, mas também sociológico, antropológico e até mesmo econômico. Ele se baseia nas mais recentes descobertas de diferentes campos como paleontologia, biologia e antropologia. E, especialmente para a edição brasileira, realizou algumas atualizações no final de 2014. Esta edição traz dezenas de imagens, mapas e tabelas que o deixam ainda mais dinâmico.

Já devo ter falado isso alguma vez aqui no blog, mas eu adoro “ciência para leigos” (obras que falam sobre tudo de uma maneira acessível, sem tecnicalidades). A popularidade desse livro me surpreendeu e eu gostaria muito de poder resenhá-lo.

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Blogaholic #2: Descubra novos blogs

Blogaholic 2

Algo muito importante que descobri no ano de 2017 foi a necessidade de descobrir novos blogs. Não apenas ser um leitor mediano, o que sempre fui, mas ir além: explorar literalmente dezenas de blogs e ler inúmeros posts por dia.

Por que fazer isso? Bem, algo que aprendi durante todos os anos do meu curso na universidade de Publicidade é a necessidade de ter referências. Nada se cria do zero, tudo que você produz é resultado de outras coisas que você absorveu. Para blogueiros isso não foge à regra.

Ao consumir diversos blogs, você tem uma série de benefícios. O primeiro deles é para aprimorar a sua escrita.

Lendo, você aprimora as suas habilidades de coesão e coerência, além de saber o que funciona e qual as melhores maneiras de construir uma frase ou pensamento. E isso independe do seu estilo, diga-se de passagem. Aprender a melhor forma de se expressar para o seu público é essencial para que você cause algum sentimento relevante no seu leitor em potencial.

Um exemplo: existe uma razão para eu escrever resenhas curtas e em tópicos para o GATILHO. Observei que a maioria dos blogs literários segue o mesmo modelo de texto corrido, em parágrafos. Já escrevi assim e reparei duas coisas, principalmente. A primeira é que eu tinha uma tendência a fazer scanning (quando apenas “passo os olhos” para entender o contexto) nesses blogs; a segunda é que os meus posts com textões não tinham o mesmo envolvimento com os posts em tópicos. Literalmente testei os dois e optei pelo segundo. Isso não é regra, claro. Apenas me adaptei ao que pude observar de comportamento — tanto meu, quanto do público do GATILHO.

Esse pequeno detalhe já foi reparado por alguns visitantes, que dizem gostar de um post mais ágil quando estão procurando informações sobre um livro.

O segundo motivo: é importante conhecer as tendências. É óbvio que você não precisa se dobrar a elas, mas se manter atualizado sobre o que está acontecendo ao seu redor é essencial. Durante muito tempo estive um pouco alienado e evitava certos gêneros literários, por exemplo. Só de ver a capa ou título, passava longe. Quando comecei a ler sobre esses livros, descobri um novo comportamento. Diferente do meu, claro, mas ainda muito importante. Em um blog literário, todo leitor é um público em potencial.

Referência é tudo nessa vida!


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