Resenha: “O Fantasma de Canterville” de Oscar Wilde

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2 ESTRELAS

Título: O Fantasma de Canterville
Autor: Oscar Wilde
Editora: Sicidea
Ano: 2011

Comecei a ler esse livro em uma lista de livros curtos para ler em um dia. Já começou errado pois acabei arrastando a leitura por uns 3 dias no mínimo.

Minha experiência com Oscar Wilde não é muito ampla. Quando eu estava na escola li uma edição de “O Retrato de Dorian Gray” que achei na biblioteca. Lembro que gostei muito, principalmente do filme de 2009 (dir. Oliver Parker).

Por esses motivos, achei que fosse gostar de “O Fantasma de Canterville”. Estava um pouco enganado.

Meus destaques:

  • A crítica à sociedade inglesa (e suas crendices) e aos americanos (pelo materialismo e infinitos produtos milagrosos) são para mim as únicas coisas positivas que extraio dessa obra.
  • Existe a possibilidade de eu não ter gostado dessa história por causa da tradução. Imagino que a da Leya (ou até a da L&PM) seja melhor, mas não vou ler de novo para ter certeza. Uma vez foi mais do que o suficiente.
  • Não consegui entender a razão pela qual as pessoas falam que tiveram pena do fantasma ou que se identificaram com ele… Achei o personagem chato. E não era um chato legal, era só chato mesmo.
  • Até entendo os motivos para gostar desse livro. É uma leitura simples que não dispendia muito esforço e acho que, em um livro bem editado, com ilustrações legais, deva ser uma experiência legal. Não foi o que aconteceu comigo, no caso.

Vale a pena comprar? Não. Minha dica pessoal é: se você quer começar a ler Oscar Wilde, providencie uma edição de “O Retrato de Dorian Gray”. E assista ao filme também. Bem melhor.

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Resenha: “Crash – Uma Breve História da Economia” de Alexandre Versignassi

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Título: Crash – Uma Breve História da Economia
Autor: Alexandre Versignassi
Editora: Leya
Ano: 2015 (primeira edição de 2011)

Não lembro a última vez que li um livro sobre economia. Nem sequer lembro se alguma vez li algum livro sobre Economia. De uma forma ou de outra, a melhor decisão que tomei esse ano foi dar uma chance a “Crash” de Alexandre Versignassi. Isso se deu, claro, à minha excelente aquisição: Kindle Unlimited (se você acha Netflix legal, imagine só ter uma Netflix de livros).

Depois que abandonei “Uma Vida Pequena” (nem vou começar a falar sobre isso; muitas expectativas frustradas), eu queria fugir de dramas. Nada melhor do que ler algo mais real, certo? Certíssimo.

É importante dizer que esse livro é simplesmente perfeito para todos aqueles que, como eu, não sabem quase nada sobre o assunto.

Meus destaques:

  • Recebeu atualização: o livro foi publicado pela primeira vez em 2011, mas recebeu uma atualização em 2015. Ou seja, não é tão datado assim. Pra quem tem Kindle é ainda melhor, nesse caso.
  • Linguagem fácil: Acredito que por ser um diretor de redação da Super, Versignassi é bem humorado quando fala de coisas sérias. Isso ajuda a tornar Economia algo mais… tragável. Na posição 3155 o autor explica sobre neuroeconomia e utiliza nomes de duplas sertanejas para ilustrar. Sim. (Mais exemplos em 138, 383, 1138 e 3053);
  • Histórias interessantes: o autor faz mais do que falar sobre Economia. Ele é um contador de histórias interessantes, como a que abre o livro (uma história sobre o mercado de flores na Holanda). Assim como Esopo, sempre fica uma moral no final. Ou não.
  • Curiosidades aleatórias (?): quando você menos espera, o autor surge com uma exemplificação muito abstrata mas extremamente interessante. Isso dá inúmeros fôlegos na leitura. (Exemplos em: 1286, 1982, 2154 e 3068).
  • Ordem cronológica: Versignassi segue a ordem cronológica da história da Economia mundial, então isso torna o entendimento ainda mais claro.
  • Utilidade: quando o autor disserta sobre impostos, livre mercado, inflação, investimentos, bolsa de valores, títulos públicos e várias outras coisas é fácil ter uma noção desses conceitos. Tudo parece tão difícil para quem não entende, mas quando ele esmiúça o assunto, tudo fica tão simples.

Vale a pena comprar? Claro que sim! É um livro relativamente barato e que, acredite, você vai se sentir bem informado depois de ler (ou devorar, como eu fiz). Vale a pena ter na estante, seja do Kindle ou física.

Caso queira comprar o e-book (ou o livro impresso), clique AQUI. Comprando nesse link, uma comissão vem para este que vos fala. Aproveite a leitura e depois comente aqui o que você achou 🙂

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