Resenha: “No Sufoco” de Chuck Palahniuk

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Título: No Sufoco
Autor: Chuck Palahniuk
Editora: Leya
Ano: 2015

Só Deus sabe há quanto tempo que eu queria fazer essa resenha. Passei literalmente anos paquerando esse livro e acho que não poderia ter lido em época melhor.

Ler Chuck Palahniuk sempre é uma experiência muito positiva. Além de poder aproveitar uma bela narrativa, suas obras sempre têm muito conteúdo informativo sobre as bizarrices do mundo. Torna tudo ainda mais legal.

Sem ter acesso ao verdadeiro caos, nunca teremos paz de verdade. A não ser que tudo fique pior, nada vai ficar melhor.

Meus destaques:

  • Como eu disse anteriormente, os livros de Palahniuk sempre contém muita informação sobre as mais aleatórias (e estranhas) particularidades. É como ler um “Guia dos Curiosos infernal”. E isso é estranhamente bom.
  • Algo que Palahniuk sempre se empenha é na construção dos personagens. Nenhum deles é exatamente o que você pensa. Todos têm camadas e camadas de personalidade que são descobertas durante a leitura. O protagonista, Victor Mancini, é um poço de inseguranças e problemas psicológicos. Bem interessante de acompanhar.
  • Não é um livro fácil. Loucura e sanidade mental são temas recorrentes. É importante que sua mente esteja aberta para a imersão que o autor propõe.
  • O livro tem tramas paralelas bem desenvolvidas (como o amigo do Victor, Denny, que carrega pedras incessantemente para lidar com seu vício em sexo). Isso demonstra o trabalho que Chuck teve em lapidar o livro da forma mais completa possível, na minha opinião.
  • Meu “No Sufoco” está repleto de post-its, o que significa que tem inúmeras passagens intrigantes.

Vale a pena comprar? Definitivamente, sim! “No Sufoco” é um daqueles livros que te fazem viajar numa imersão completa. É uma história maluca, violenta, pesada e incrível. Do jeito que toda obra do Chuck Palahniuk tem que ser.


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Wishlist: Desejados da semana

#1 – “Gog Magog” de Patrícia Melo (Rocco Digital)

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A barbárie e a crueldade que o título evoca nas diversas lendas e contos religiosos são os temas centrais do novo romance de Patrícia Melo.

O truculento embate com a polícia nas manifestações rotineiras de greve, o casamento tóxico com a enfermeira Marta, que gosta de fotografar seus doentes terminais, ou a realidade violenta que enfrenta na escola pública onde leciona biologia para analfabetos funcionais – que ameaçam e espancam professores com frequência assustadora – não são capazes de alterar o ethos resignado e pacífico do professor e protagonista sem nome dessa narrativa insólita.

Com seu ritmo frenético, sua linguagem ácida, irônica e repleta de humor, Patrícia Melo penetra na mente de um homem aturdido com o mundo a sua volta, incapaz de conviver com o barulho da vida contemporânea, e constrói uma trama – e uma teoria – em torno dos efeitos que o ruído e o silêncio são capazes de produzir no comportamento humano: “Não somos só o que comemos. Somos também o que escutamos”, diz o personagem, sobre as letais capacidades de escutar, odiar e reagir.

Já li resenhei uma obra de Patrícia Melo aqui no blog, “Acqua Toffana” e fiquei muito curioso para conhecer mais sobre as coisas que ela escreveu. A capa desse livro me lembrou bastante a capa de “No Sufuco” de Chuck Palahniuk, o que despertou mais ainda a vontade.

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#2 – “A Princesa Salva a Si Mesma Neste Livro” de Amanda Lovelace (Leya)

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Amor e empoderamento em versos que levam os contos de fada à realidade feminina do século XXI A princesa salva a si mesma neste livro, de Amanda Lovelace, é comparado ao fenômeno editorial Outros jeitos de usar a boca, de Rupi Kaur, com o qual compartilha a linguagem direta, em forma de poesia, e a temática contemporânea. É um livro sobre resiliência e, sobretudo, sobre a possibilidade de escrevermos nossos próprios finais felizes. Não à toa A princesa salva a si mesma neste livro ganhou o prêmio Goodreads Choice Award, de melhor leitura do ano, escolha do público. Esta é uma obra sobre amor, perda, sofrimento, redenção, empoderamento e inspiração. Dividido em quatro partes (“A princesa”, “A donzela”, “A rainha” e “Você”), o livro combina o imaginário dos contos de fada à realidade feminina do século XXI com delicadeza, emoção e contundência. Amanda, aclamada como uma das principais vozes de sua geração, constrói uma narrativa poética de tons íntimos e cotidianos que acolhe o leitor a cada verso, tornando-o cúmplice e participante do que está sendo dito.

Venho acompanhando o hype desse livro e acredito que deva ser uma leitura muito interessante. Outro do mesmo estilo que também gostaria de ler é “Outros jeitos de usar a boca”, de Rupi Kaur. Livros sobre empoderamento e resiliência sempre são bem interessantes.

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#3 – “Octopusgarden” de Gerson Lodi-Ribeiro (Draco)

61zm3bncp4l-_sx336_bo1204203200_“Não chegue perto da água / Porque a água não é mais água”. Esse clássico refrão dos The Beach Boys parece ter previsto um futuro onde viagens espaciais levarão os seres humanos para outros oceanos. Onde as viagens pelo cosmo romperão com todas as barreiras do amor livre. Onde humanos e dolfinos, golfinhos ultra inteligentes, dividirão as cabines de suas naves com a mesma naturalidade com que dividem seus orgasmos. Bem vindo ao mundo psicodélico e erótico de Octopusgarden!

Esse é da Editora Draco, parceira do blog. O livro tem uma proposta bem absurda, pra dizer o mínimo. Sinto falta de ler livros com essa “estética” non-sense; geralmente é uma leitura bem divertida.

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Resenha: “O Grande Gatsby” de F. Scott Fitzgerald

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Título: O Grande Gatsby
Autor:
 F. Scott Fitzgerald
Editora: Leya
Ano: 2013

Mais uma vez fui influenciado a ler uma obra por dica do canal “Ler Antes de Morrer”. Devo comentar que eu já era obcecado pelo filme e pela trilha sonora lá em 2013 (assisti algumas várias vezes no cinema e várias outras no conforto de minha casa).

Lembro que surtei muito no Twitter quando o filme de Baz Luhrmann levou os (merecidíssimos) Oscars de “Melhor Figurino” e “Melhor Direção de Arte”. Por esses motivos, não foi um sacrifício começar a leitura e entrar no clima do livro.

Recomendo que você, antes de ler, procure na internet algumas referências de roupas e arquitetura dessa época. Se você não se importa com spoilers, veja o filme.

Meus destaques:

  • Não é um clássico à toa: a obra mistura com maestria uma narrativa fácil com um lirismo não-pretensioso.
  • História viciante: é difícil largar “O Grande Gatsby” antes de terminar o capítulo.
  • Personagens: poucos e memoráveis personagens fazem com que a trama nunca fique parada. Jay Gatsby é um dos personagens mais profundos que tive o prazer de ler.
  • Diálogos: Nick Carraway, o narrador, constantemente conduz conversas interessantes com os outros convidados. Por vezes ele observa e comenta com sutil ironia.
  • “(…) Gosto de grandes festas. São tão íntimas. Em festas pequenas não há nenhuma privacidade.” (p. 52)
  • Final realista: é bem fácil fazer um paralelo contemporâneo com a quantidade de amigos que temos em redes sociais e a verdadeira quantidade que temos na realidade.
  • Boa edição da Leya: o livro é leve, com páginas e tipografia confortáveis. Tem muitas (e por vezes desnecessárias) notas que podem te ajudar a entender melhor as referências do autor.

Vale a pena comprar? Sim! A leitura de “O Grande Gatsby” é gostosa. Apesar dos pesares, dá vontade de ter vivido as incríveis festas dadas pelo Jay. É um daqueles clássicos que facilmente seriam best-sellers nos dias atuais.

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Resenha: “Guia Politicamente Incorreto da Economia Brasileira” de Leandro Narloch

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Título: Guia Politicamente Incorreto da Economia Brasileira
Autor: Leandro Narloch
Editora: Leya
Ano: 2015

Posso dizer que adquiri o gosto por livros de economia. Como vocês devem saber, escrevi recentemente uma resenha de “Crash” e foi ele que abriu a minha cabeça para o assunto. Ainda sob efeito do Kindle Unlimited, decidi ler o “Guia Politicamente Incorreto da Economia Brasileira” para tentar aprender mais algumas coisas (e devo dizer que funcionou).

Em diversas partes, achei o “Guia” muito parecido com “Crash”. Principalmente no que diz respeito ao tipo de linguagem utilizada e ao formato informal de ensinar. Isso é uma coisa boa, claro.

É um daqueles livros que você faz dezenas de marcações, o que significa que tem várias passagens interessantes.

Meus destaques:

  • Linguagem acessível e leitura rápida. Se vocês souberem de mais livros sobre economia com esse formato, aceito indicações.
  • Conceitos são dissecados: coisas como “esforço”, “recompensa” e “produtividade” (p. 2021) ficam muito mais claros quando observados de um ponto de vista liberal.
  • Assuntos polêmicos: No livro, são discutidos diversos assuntos polêmicos como a relação de demografia X desigualdade, programas assistenciais, (a irrelevância) dos sindicatos, rent-seeking, “bolsas menos divulgadas” e, claro, privatização. Veja respectivamente nas posições 735, 1066, 2114, 777, 857 e 2475.

Imagine uma pessoa que quebra as suas pernas e logo depois dá a você um par de muletas, dizendo “veja, se não fosse por mim, você não seria capaz de andar”. É mais ou menos assim a ação do Estado brasileiro na pobreza e na desigualdade. Ele concede privilégios a grandes empresários, mantém aposentadorias milionárias, torna os produtos do supermercado mais caros para os pobres e obriga todo trabalhador a investir numa conta que reajusta menos que a inflação. Depois, como se nada tivesse acontecido, se diz muito preocupado com os pobres, e anuncia um programa de transferência de renda para reduzir a miséria e a desigualdade que ele próprio criou. (posição 956)

  • Livre mercado: Quando o autor discorre sobre a relação entre a clandestinidade e o livre mercado, vemos exemplos práticos de regulações equivocadas e doentias por parte do governo. Temos uma aula simplificada sobre oferta e demanda.

O mercado negro é uma forma de se livrar dos controles do governo”, dizia o economista Milton Friedman. “É claro que seria bom se todos obedecessem à lei. O fato de o mercado negro desobedecer à lei é um ponto contra ele. Mas isso só acontece porque existem leis ruins. (posição 1295).

  • “A economia lida com pessoas reais.” Ponto.

Vale a pena comprar? Sim. É mais um livro de leitura necessária, útil para entender o turbilhão de informações em que estamos inseridos. Dei 4 estrelas pois, se alguém me perguntasse qual deveria escolher, entre “Crash” e esse, ainda escolheria o primeiro. De qualquer forma, livros como esse são muito importantes. Sem academicismos, fica um pouquinho mais fácil entender o mundo.

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Resenha: “Crash – Uma Breve História da Economia” de Alexandre Versignassi

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Título: Crash – Uma Breve História da Economia
Autor: Alexandre Versignassi
Editora: Leya
Ano: 2015 (primeira edição de 2011)

Não lembro a última vez que li um livro sobre economia. Nem sequer lembro se alguma vez li algum livro sobre Economia. De uma forma ou de outra, a melhor decisão que tomei esse ano foi dar uma chance a “Crash” de Alexandre Versignassi. Isso se deu, claro, à minha excelente aquisição: Kindle Unlimited (se você acha Netflix legal, imagine só ter uma Netflix de livros).

Depois que abandonei “Uma Vida Pequena” (nem vou começar a falar sobre isso; muitas expectativas frustradas), eu queria fugir de dramas. Nada melhor do que ler algo mais real, certo? Certíssimo.

É importante dizer que esse livro é simplesmente perfeito para todos aqueles que, como eu, não sabem quase nada sobre o assunto.

Meus destaques:

  • Recebeu atualização: o livro foi publicado pela primeira vez em 2011, mas recebeu uma atualização em 2015. Ou seja, não é tão datado assim. Pra quem tem Kindle é ainda melhor, nesse caso.
  • Linguagem fácil: Acredito que por ser um diretor de redação da Super, Versignassi é bem humorado quando fala de coisas sérias. Isso ajuda a tornar Economia algo mais… tragável. Na posição 3155 o autor explica sobre neuroeconomia e utiliza nomes de duplas sertanejas para ilustrar. Sim. (Mais exemplos em 138, 383, 1138 e 3053);
  • Histórias interessantes: o autor faz mais do que falar sobre Economia. Ele é um contador de histórias interessantes, como a que abre o livro (uma história sobre o mercado de flores na Holanda). Assim como Esopo, sempre fica uma moral no final. Ou não.
  • Curiosidades aleatórias (?): quando você menos espera, o autor surge com uma exemplificação muito abstrata mas extremamente interessante. Isso dá inúmeros fôlegos na leitura. (Exemplos em: 1286, 1982, 2154 e 3068).
  • Ordem cronológica: Versignassi segue a ordem cronológica da história da Economia mundial, então isso torna o entendimento ainda mais claro.
  • Utilidade: quando o autor disserta sobre impostos, livre mercado, inflação, investimentos, bolsa de valores, títulos públicos e várias outras coisas é fácil ter uma noção desses conceitos. Tudo parece tão difícil para quem não entende, mas quando ele esmiúça o assunto, tudo fica tão simples.

Vale a pena comprar? Claro que sim! É um livro relativamente barato e que, acredite, você vai se sentir bem informado depois de ler (ou devorar, como eu fiz). Vale a pena ter na estante, seja do Kindle ou física.

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Resenha: “Assombro” de Chuck Palahniuk

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Título: Assombro
Autor: Chuck Palahniuk
Editora: Leya
Ano: 2016 (o original foi publicado em 2005)

Comprei este livro ainda na pré-venda na Saraiva. Apesar de não ter tido a melhor experiência de compra da minha vida (a data de lançamento foi adiada quase cinco vezes e o livro demorou muito tempo pra chegar, mesmo com um valor de frete deveras caro comparado com o da Amazon), fiquei muito ansioso para começar a ler “Assombro” na época. Parte da minha ansiedade vinha do fato de eu já ler e reler na internet o conto “Vísceras” (no livro é chamado de “Tripas”).

Prometi a mim mesmo que o leria em janeiro, como livro principal (depois postarei sobre minha rotina de leitura e explicarei isso), mas acabei levando até hoje, oito de fevereiro, para terminar. Abaixo estão as minhas observações sobre essa obra.

Quem me conhece pessoalmente sabe o meu amor pelo Chuck Palahniuk. Sabe aquele autor que você lê absolutamente tudo que ele escreve? Até lista de supermercado, sabe? Pois é. Inclusive, estou devendo um textinho sobre ele (bem aos moldes do que escrevi para o Rubem Fonseca). Algo sobre o estilo de escrita dele me lembra o do Rubem, inclusive: só de bater o olho e ler um parágrafo eu já sei quem está escrevendo.

Formato do livro: Gosto de livros com formatos diferentes, até por ter passado muito tempo da minha vida lendo aquele mesmo formato arroz com feijão dos romances normais. Aqui, o Chuck alterna entre uma trama central, um “poema” e um conto narrado por um dos personagens. Tudo interligado. E a maneira que ele conseguiu fazer isso, sem furos aparentes e rebuscando as referências o tempo todo, só me deixou mais encantado com “Assombro”.

Se você ler com um pouco de atenção, não é difícil ver no livro uma sátira aos realities shows. Entretanto, de acordo com a Wikipédia, o Chuck disse que o livro é sobre a atual “batalha de credibilidade” já que, com a tecnologia, é muito fácil que qualquer um consiga publicar os seus trabalhos.

Tamanho: Mais de 500 páginas que assustam. Confesso. Em alguns pontos do livro, os mais (propositalmente) lentos, você tem a impressão de que não vai conseguir acabar. Daí vem o autor e te dá um tapa na cara e um soco no estômago pra te convencer a continuar.

Ritmo de leitura: O Palahniuk conesegue fazer algo que, na minha opinião, apenas os melhores autores conseguem: te fazem esquecer de tudo ao seu redor. Esse mergulho na trama é uma coisa muito positiva, principalmente pelas temáticas pesadas do livro. Ele mistura informações técnicas (ponto recorrente em todas as obras do autor), sentimentos e ações de uma forma magistral. Se ele ousasse deixar o leitor apenas na superficialidade, o texto provavelmente pareceria algo extremamente presunçoso. Mas não é.

Personagens: O livro tem cerca de 20 personagens na trama principal (não é relevante contar os personagens nos contos). 18 são pessoas supostamente escritoras que se oferecem para participar de um retiro de criatividade. As outras duas são a Sra. Clark e o Sr. Whittier, que são os únicos que escrevem mais de um conto. Aliás, não é possível sentir uma gota de empatia com nenhum desses loucos. Não há um só que eu tenha pensado “nossa, esse sim é plausível”. Todos são insanos. O que é maravilhoso.

Melhores partes: Como eu disse acima, uma parte que eu já adorava, mesmo antes de comprar o livro, era o conto escrito pelo personagem São Sem-Pança. Mas vários outros segmentos chamaram a minha atenção e vou listá-los abaixo. Meu livro está cheio de post-its com partes marcadas. Fico tentado a escrever diversas passagens aqui, mas não farei isso. Você precisa ler tudo dentro do contexto.

-Tripas (pag. 20); Êxodo (pag. 197); Ritual (pag. 256); Something’s Got to Give (pag. 398) e Fondue (pag. 416).

Vale a pena? Sim. Vale. Eu sou um pouco suspeito pra falar, visto que eu compraria tudo que este homem tenha escrito, mas é um livro que vale a pena ter. É pesado. É denso. É um livro que poucos terão estômago e paciência pra terminar. Boa sorte, amigx.

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