Resenha: “Guia Politicamente Incorreto da Economia Brasileira” de Leandro Narloch

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Título: Guia Politicamente Incorreto da Economia Brasileira
Autor: Leandro Narloch
Editora: Leya
Ano: 2015

Posso dizer que adquiri o gosto por livros de economia. Como vocês devem saber, escrevi recentemente uma resenha de “Crash” e foi ele que abriu a minha cabeça para o assunto. Ainda sob efeito do Kindle Unlimited, decidi ler o “Guia Politicamente Incorreto da Economia Brasileira” para tentar aprender mais algumas coisas (e devo dizer que funcionou).

Em diversas partes, achei o “Guia” muito parecido com “Crash”. Principalmente no que diz respeito ao tipo de linguagem utilizada e ao formato informal de ensinar. Isso é uma coisa boa, claro.

É um daqueles livros que você faz dezenas de marcações, o que significa que tem várias passagens interessantes.

Meus destaques:

  • Linguagem acessível e leitura rápida. Se vocês souberem de mais livros sobre economia com esse formato, aceito indicações.
  • Conceitos são dissecados: coisas como “esforço”, “recompensa” e “produtividade” (p. 2021) ficam muito mais claros quando observados de um ponto de vista liberal.
  • Assuntos polêmicos: No livro, são discutidos diversos assuntos polêmicos como a relação de demografia X desigualdade, programas assistenciais, (a irrelevância) dos sindicatos, rent-seeking, “bolsas menos divulgadas” e, claro, privatização. Veja respectivamente nas posições 735, 1066, 2114, 777, 857 e 2475.

Imagine uma pessoa que quebra as suas pernas e logo depois dá a você um par de muletas, dizendo “veja, se não fosse por mim, você não seria capaz de andar”. É mais ou menos assim a ação do Estado brasileiro na pobreza e na desigualdade. Ele concede privilégios a grandes empresários, mantém aposentadorias milionárias, torna os produtos do supermercado mais caros para os pobres e obriga todo trabalhador a investir numa conta que reajusta menos que a inflação. Depois, como se nada tivesse acontecido, se diz muito preocupado com os pobres, e anuncia um programa de transferência de renda para reduzir a miséria e a desigualdade que ele próprio criou. (posição 956)

  • Livre mercado: Quando o autor discorre sobre a relação entre a clandestinidade e o livre mercado, vemos exemplos práticos de regulações equivocadas e doentias por parte do governo. Temos uma aula simplificada sobre oferta e demanda.

O mercado negro é uma forma de se livrar dos controles do governo”, dizia o economista Milton Friedman. “É claro que seria bom se todos obedecessem à lei. O fato de o mercado negro desobedecer à lei é um ponto contra ele. Mas isso só acontece porque existem leis ruins. (posição 1295).

  • “A economia lida com pessoas reais.” Ponto.

Vale a pena comprar? Sim. É mais um livro de leitura necessária, útil para entender o turbilhão de informações em que estamos inseridos. Dei 4 estrelas pois, se alguém me perguntasse qual deveria escolher, entre “Crash” e esse, ainda escolheria o primeiro. De qualquer forma, livros como esse são muito importantes. Sem academicismos, fica um pouquinho mais fácil entender o mundo.

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Resenha: “O Sorriso da Hiena” de Gustavo Ávila

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Título: O Sorriso da Hiena
Autor: Gustavo Ávila
Editora: Verus Editora
Ano: 2017

Tenho o hábito de indicar livros para os meus amigos. Às vezes não apenas indico, como forço a leitura deles. Outras vezes, eu não indico mas acabo citando passagens interessantes do livro sem perceber (para mim, é o melhor tipo de indicação).

Acho que nas últimas semanas eu estive sendo aquele amigo que não vira o disco. E o responsável por isso é Gustavo Ávila e “O Sorriso da Hiena”.

Esse foi um dos poucos casos em que conheci o autor primeiro e depois a sua obra. Em seu site e redes sociais, descobri e acompanhei a sua (bem sucedida) saga para autopublicar o livro. o consequente contrato com a Verus Editora e também a compra dos direitos pela TV Globo. Sobre essa última parte eu fiquei especialmente animado, comentarei o motivo a seguir. Recomendo que você escute essa entrevista do autor no Livrocast enquanto lê esta resenha.

Abaixo, estão algumas observações que pude fazer durante a leitura:

  • É como assistir à uma série, com direito a cliffhangers, passagens de tempo e flashbacks muito interessantes. Por esse motivo eu fiquei animado com a compra dos direitos, afinal, se eles adaptarem vai ser uma série muito legal. As cenas (principalmente as de violência) são muito bem descritas.
  • Leitura rápida. E viciante.
  • Entretenimento com E maiúsculo. (E é importante que vocês saibam que eu não perco tempo lendo livros chatos. Ponto.)
  • Personagens complexos. Os três protagonistas (David, William e Artur) tem profundidade, inseguranças, forças e particularidades interessantes.
  • Inúmeras passagens boas. Meu livro tá cheio de post-its.
  • Mais que um livro policial. Os dilemas morais que o livro propoem te deixarão pensativo o tempo todo. O William é o personagem que mais lida com esses dilemas. No capítulo 12 ele faz uma coisa que, juro, eu não esperava.
  • Loucura. Depois de começar este livro, você corre o sério risco de se transformar no meme da Nazaré confusa porque não dá pra confiar em nada nem ninguém.
  • Provável continuação. O Gustavo diz no podcast que linkei acima que vai ter uma sequência e apesar da minha clara preferência por histórias fechadas, eu preciso de uma sequência para essa história. E a razão disso é…
  • … O FINAL. E que final, p* que pariu. Trezentos plot twists em menos de vinte páginas.

Vale a pena comprar? Só digo uma coisa: sim, vale. Aqui está o link para adquirir por um preço realmente justo na Amazon. E não esqueça de divulgar para os seus amigos e divulgar a literatura nacional. Conta pra gente o que achou, tá?

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Resenha: “Crash – Uma Breve História da Economia” de Alexandre Versignassi

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Título: Crash – Uma Breve História da Economia
Autor: Alexandre Versignassi
Editora: Leya
Ano: 2015 (primeira edição de 2011)

Não lembro a última vez que li um livro sobre economia. Nem sequer lembro se alguma vez li algum livro sobre Economia. De uma forma ou de outra, a melhor decisão que tomei esse ano foi dar uma chance a “Crash” de Alexandre Versignassi. Isso se deu, claro, à minha excelente aquisição: Kindle Unlimited (se você acha Netflix legal, imagine só ter uma Netflix de livros).

Depois que abandonei “Uma Vida Pequena” (nem vou começar a falar sobre isso; muitas expectativas frustradas), eu queria fugir de dramas. Nada melhor do que ler algo mais real, certo? Certíssimo.

É importante dizer que esse livro é simplesmente perfeito para todos aqueles que, como eu, não sabem quase nada sobre o assunto.

Meus destaques:

  • Recebeu atualização: o livro foi publicado pela primeira vez em 2011, mas recebeu uma atualização em 2015. Ou seja, não é tão datado assim. Pra quem tem Kindle é ainda melhor, nesse caso.
  • Linguagem fácil: Acredito que por ser um diretor de redação da Super, Versignassi é bem humorado quando fala de coisas sérias. Isso ajuda a tornar Economia algo mais… tragável. Na posição 3155 o autor explica sobre neuroeconomia e utiliza nomes de duplas sertanejas para ilustrar. Sim. (Mais exemplos em 138, 383, 1138 e 3053);
  • Histórias interessantes: o autor faz mais do que falar sobre Economia. Ele é um contador de histórias interessantes, como a que abre o livro (uma história sobre o mercado de flores na Holanda). Assim como Esopo, sempre fica uma moral no final. Ou não.
  • Curiosidades aleatórias (?): quando você menos espera, o autor surge com uma exemplificação muito abstrata mas extremamente interessante. Isso dá inúmeros fôlegos na leitura. (Exemplos em: 1286, 1982, 2154 e 3068).
  • Ordem cronológica: Versignassi segue a ordem cronológica da história da Economia mundial, então isso torna o entendimento ainda mais claro.
  • Utilidade: quando o autor disserta sobre impostos, livre mercado, inflação, investimentos, bolsa de valores, títulos públicos e várias outras coisas é fácil ter uma noção desses conceitos. Tudo parece tão difícil para quem não entende, mas quando ele esmiúça o assunto, tudo fica tão simples.

Vale a pena comprar? Claro que sim! É um livro relativamente barato e que, acredite, você vai se sentir bem informado depois de ler (ou devorar, como eu fiz). Vale a pena ter na estante, seja do Kindle ou física.

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Resenha: “Lúcia McCartney” de Rubem Fonseca

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Título: Lúcia McCartney
Autor: Rubem Fonseca
Editora: Nova Fronteira (Saraiva de Bolso)
Ano: 2015 (o original foi publicado em 1969)

Mais resenhas de Rubem Fonseca, pra variar. Esse eu comprei em uma promoção na Saraiva — que cheguei a citar nesse post — e é realmente muito bom. Abaixo algumas considerações.

Este é o segundo pocketbook da coleção Saraiva de Bolso que li e, juro pra vocês, não esperava que fosse gostar tanto dessas edições. Livros leves, diagramação legal, tamanho da fonte bom e papel amarelo. Tudo que se tem normalmente num livro de tamanho normal só que… pocket. O único pecado é não ter orelhas, mas dá pra sobreviver.

Fico feliz de ter gostado desses pocketbooks, afinal comprei mais quatro deles e seria horrível ter uma leitura desconfortável.

Quanto ao ritmo de leitura, posso dizer que foi mais do que a média de outros livros do Fonseca. Talvez isso tenha se dado pelo número cada vez maior de tarefas no meu dia-a-dia e leituras paralelas, mas achei interessante registrar.

É um livro denso, como todos do Rubem Fonseca. Alguns contos fluem mais rápido, outros podem levar dias e dias de leitura (como sempre, a minha dica é: não se prenda tanto, pule os contos complicados; se achar necessário, volte a leitura depois).

Meus destaques positivos são os contos:

  • O quarto selo (fragmento): conto simplesmente INCRÍVEL. Sério, esse conto é excelente. Minha anotação no post-it que colei perto do título escrevi “talvez um dos melhores que já li”.
  • *** (Asteriscos): um dos contos que prova a criatividade do Fonseca. Esse livro inteiro, inclusive, parece ser um dos mais experimentais que li dele.
  • Meu interlocutor: uma palavra: violência.
  • Corrente: a Historinha que eu sempre quis escrever.
  • Os inocentes: me lembrou os primeiros contos que li do Fonseca (os que me fizeram me apaixonar pela obra).
  • Relato de ocorrência em que qualquer semelhança não é mera coincidência: o último conto fechou o livro de uma maneira simplesmente perfeita. Deixou aquela sensação de que a leitura valeu a pena.

Vale a pena comprar? Sim! Comprei por apenas R$ 3,12 numa promoção da Saraiva.

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Resenha: “A Coleira do Cão” de Rubem Fonseca

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Título: A Coleira do Cão
Autor: Rubem Fonseca
Editora: Nova Fronteira (Saraiva de Bolso)
Ano: 2015 (o original foi publicado em 1965)

Com o receio de soar repetitivo: eu adoro o Rubem Fonseca. Apesar de todo esse carinho, acreditem ou não, nunca tive nenhum livro dele. Então, quando vi algumas obras em uma promoção de pocketbooks (coleção Saraiva de Bolso), é óbvio que comprei. Além desse, estão na lista “Lucia McCartney”, “A Grande Arte” e “Agosto” do mesmo autor. Em breve escreverei resenhas sobre eles também.

Esse foi o segundo livro escrito pelo Rubão, lá em 1965. Eu meio que me devia essa leitura, então foi gostoso de ler. “A Coleira do Cão” tem oito contos e, na edição da Saraiva de Bolso, apenas 192 páginas.

Os meus destaques são:

“A Opção”: enquanto lia este conto só conseguia imaginar a reação das pessoas nos anos 1960 aos assuntos debatidos de forma tão aberta aqui. Tratar de transexualidade de uma maneira criativa, envolvente e muito bem escrita deve ter sido uma surpresa na época. Foi bom descobrir que o Rubem já escrevia finais em aberto antigamente.

“O Grande e o Pequeno”: foi uma belíssima surpresa. Comecei a ler e, por algum motivo que desconheço, criei alguma resistência. Depois das primeiras páginas eu fui arrebatado. Muito bem escrito, com um ar nostálgico que me trouxe sentimentos bons. Para vocês terem uma ideia, no post-it que colei no capítulo escrevi “É como assistir a um ótimo filme”.

“A Coleira do Cão”: apesar de não ser fã do gênero, eu adoro ler os contos policiais do Rubem. Eles são tão bem escritos, as tramas e os personagens vão desabrochando de um jeito tão natural que, quando dou por mim, já estou devorando as últimas páginas da história. Foi um final perfeito para o livro.

Vale a pena comprar? Claro que sim! Principalmente na Saraiva, por custar pouquíssimo (comprei por menos de R$3,50, sério). Abaixo tem o link para o ebook na loja da Amazon, caso você queira dar uma pequena comissão aqui pro blog hehe 🙂

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Resenha:”O Vilarejo” de Raphael Montes

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Título: O Vilarejo
Autor: Raphael Montes
Editora: Suma de Letras
Ano: 2015

Meu único conhecimento sobre o autor era de uma chamada de lançamento do livro “Jantar Secreto” (que comprarei em breve, sem dúvidas). Quando comecei a ler O Vilarejo, percebi que não era um livro comum. Tinha algo de especial bem ali na minha frente. Isso mudou o jeito que eu li (devorei?) esse livro. Dei até coraçãozinho no Skoob, pra você ter uma ideia.

Formato do livro: Ao criar uma antologia sobre um lugar, o tal vilarejo, Raphael Montes foi inteligente. Ele focou em pontos de vista diferentes, claro, mas também usou uma organização não-linear cronologicamente. Ou seja, as coisas não acontecem na ordem que de fato aconteceram.

No começo do livro, “o tradutor” avisa que não há problema em ler os contos em uma ordem aleatória. De fato isso é possível, mas a ordem em que os contos foram organizados parece perfeita. Acredito que a intenção do autor tenha sido exatamente provocar o leitor a montar a história por si só, como um quebra-cabeça.

É perfeitamente possível, ao fim do livro, montar uma ordem em que as historias poderiam ter acontecido. O fato do autor não ter feito esse trabalho pelo leitor demonstra que ele não subestima a nossa inteligência. Ponto pra ele.

Tamanho: essa foi uma das pouquíssimas vezes em que achei um livro curto demais. Só 96 páginas. Talvez eu tenha gostado tanto que esperei que ao invés de sete contos, houvesse uns dez no mínimo. Mas isso é a minha opinião como leitor apaixonado pela escrita do livro. Como resenhista, mais um ponto pro autor: ele soube exatamente o quanto e do que a história precisava. Perfeito conhecimento da própria obra.

Ritmo de leitura: Surpreendentemente leve. Sério. No começo, quando aqueles nomes estranhos começam a aparecer, meu primeiro pensamento foi o mesmo de A Desumanização: não vou conseguir ler rápido. Engano meu. Devorei tudo no mesmo dia.

Personagens: é importante lembrar que o personagem principal deste livro é o próprio vilarejo, como um todo. As falhas, as loucuras e as corrupções dos moradores são o motor para que tudo aconteça, o tempo todo. Me lembrou em parte os moradores da vila em que A Desumanização é retratada.

Isso é um ponto forte.

Melhores partes: Pensei em destacar e comentar cada um dos sete contos, mas isso ia deixar essa resenha cansativa. E havia o óbvio perigo de dar spoilers da história. Achei melhor perguntar: quais os seus favoritos? Pode comentar aqui nesse post.

Vale a pena comprar? Acho que se eu pudesse pegar o seu cartão de crédito e fazer o pedido, faria agora mesmo. Se você gosta de literatura de adulto, sem bullshit, com objetividade e uma história excelente: compre este livro. Raphael Montes fez a sábia escolha de não subestimar a inteligência do leitor.

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Resenha: “Uma Segunda Opinião” de Fernando Santos Oliveira

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Título: Uma Segunda Opinião
Autor: Fernando Santos Oliveira
Editora: Draco (conheça mais sobre a editora)
Ano: 2013

Essa é apenas a primeira de uma série de resenhas que farei sobre contos e outros materiais curtos que adquiri para o meu Kindle. Esse, curiosamente, foi o que baixei por último, mas decidi colocá-lo na frente da fila (sabe-se lá por que… coisa de leitor).

Formato do conto: A história é sobre uma menina que sente desejo de vingança por colegas de escola. Ponto. Essa afirmativa básica foi uma das coisas que mais me deixou interessado nesse conto. Ele diz a que veio e permanece até o fim com esse mesmo conceito. Textos que mudam o tom para criar subtramas geralmente me deixam desconfortável. Acredito que essa é uma das principais qualidades de contos em geral (e o que me faz preferir esse formato ao romance tradicional).

Tamanho: Apenas 21 páginas.

Ritmo de leitura: “Uma Segunda Opinião” é um conto interessante. Ele se poupa de detalhes inúteis, é direto e tem um formato muito simples. Algumas partes podem ser destacadas, como as descrições de lugares e situações. O único problema é que os diálogos são… pouco-realistas. Tudo parece meio plástico demais.

Talvez não seja precipitado afirmar que suas falhas (não-verossimilhancia) vêm diretamente de suas qualidades (simplicidade de texto e objetividade). Não vou me prolongar nesse aspecto.

Sobre o final: interessante. Confesso que estava aguardando algo muito mais espalhafatoso (demônios, espíritos etc). Gostei bastante de como o autor resolveu a história.

Personagens: Como eu disse acima, os diálogos são pouco interessantes. Isso fez com que eu não conseguisse sentir simpatia pelos personagens. Minha opinião sobre as ações dos personagens, entretanto, é muito positiva.

Vale a pena comprar? Sim! O conto está disponível por um preço muito baixo, praticamente simbólico (na data em que estou postando essa resenha, custa apenas R$ 0,99), na Amazon. É uma leitura rápida, perfeita para ler entre o final de um livro e o começo de outro, para dar aquela espairecida.

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